Acompanhe as seleções que chegam como favoritas para o título mundial
Brasil chega forte com Ancelotti e as forças de Vini Jr, Raphinha e companhia em busca do Hexa
França e Argentina, as últimas finalistas, também compõem o grupo dos favoritos
Portugal vem com uma geração de excelentes atletas jovens e a experiência inigualável de Cristiano Ronaldo na frente
Espanha de Luis de La Fuente também postula título com os destaques principais para Lamine Yamal e Pedri
INÍCIO
A Copa do Mundo está chegando.
Faltam poucos dias para a bola rolar nos Estados Unidos, México e Canadá.
Na atual edição, veremos 48 seleções disputando o tão sonhado título mundial.
Será um verdadeiro duelo entre nações.
Em todas as copas já realizadas na história, nenhuma foi planejada para ser tão grande.
Isso não é apenas evidenciado no número dos países participantes, mas também na escala do torneio como projeto.
Com toda certeza, será a maior Copa de todos os tempos.
Com isso, neste artigo, vamos conhecer as principais potências da competição.
Aqui veremos a lista final de cada seleção, os destaques e como chegam cada uma para disputar o torneio mais importante do futebol.
BRASIL
Lista final:
Goleiros: Alisson, Ederson e Weverton;
Defensores: Alex Sandro, Bremer, Danilo, Douglas Santos, Gabriel Magalhães, Ibañez , Léo Pereira, Marquinhos e Wesley;
Meio-campistas: Bruno Guimarães, Casemiro, Danilo Santos, Fabinho e Lucas Paquetá;
Atacantes: Endrick, Gabriel Martinelli, Igor Thiago, Luiz Henrique, Matheus Cunha, Neymar, Raphinha, Rayan e Vini Jr.
A maior vencedora da história das Copas chega sob os holofotes de um ciclo bagunçado.
Que teve início com Diniz e depois Dorival Jr.
Agora no comando de Carlo Ancelotti, o italiano traz a experiência e o conhecimento do futebol europeu para organizar os talentos brasileiros.
A proposta gira em torno de dar liberdade criativa e isolamento para os pontas usarem a velocidade.
Podemos apostar em muita verticalidade.
A estrutura no meio-campo é com dois homens e uma defesa que busca dar equilíbrio às transições.
Os principais destaques vão para Vinícius Júnior, que assume o papel de grande protagonista técnico, acompanhado de perto pela explosão e criatividade de Raphinha.
Além de outros nomes como Endrick, Rayan, Igor Thiago, Paquetá e outros.
Não podemos esquecer de Neymar Jr, craque da seleção que só foi chamado na última convocação.
O físico e a velocidade dele não são as mesmas do passado, mas sua genialidade pode contribuir com o restante do elenco.
ARGENTINA
Lista final:
Goleiros: Musso, Rulli e Dibu Martínez;
Defensores: Balerdi, Tagliafico, Montiel, Lisandro Martínez, Romero, Otamendi, Medina e Molina;
Meio-campistas: Paredes, De Paul, Barco, Lo Celso, Palacios, MacAllister e Enzo Fernández;
Atacantes: Julián Álvarez, Lionel Messi, Nico González, Thiago Almada, Giuliano Simeone, Nico Paz, Flaco López e Lautaro Martínez.
A seleção argentina chega para defender o título.
Dominando o cenário sul-americano, os argentinos carimbaram o passaporte para a América do Norte sem sustos, liderando as Eliminatórias com folga.
O grupo entra em campo sem o peso do jejum que os assombrava em 2022.
Taticamente, Lionel Scaloni preserva a estrutura camaleônica baseada no controle do meio-campo, mas adiciona novas valências ao desenho.
Alternando entre o 4-3-3 e o 4-4-2, o treinador busca agora mais verticalidade e dinamismo para compensar o desgaste natural de suas peças centrais.
O grande nome ainda fica para Lionel Messi, pronto para sua histórica sexta Copa do Mundo.
A lista final mistura pilares experientes, como Emiliano Martínez e Otamendi.
Além de jovens que ganharam espaço.
A linha de frente conta com a excelente fase de Julián Álvarez e Lautaro Martínez.
É importante também citar Flaco López, do Palmeiras, convocado para dar mais opção ao ataque.
FRANÇA
Lista final:
Goleiros: Mike Maignan, Robin Risser e Brice Samba;
Defensores: Lucas Digne, Malo Gusto, Lucas Hernandez, Theo Hernandez, Ibrahima Konaté, Jules Koundé, Maxence Lacroix, William Saliba e Dayot Upamecano;
Meio-campistas: N’Golo Kanté, Manu Koné, Adrien Rabiot, Aurélien Tchouaméni e Warren Zaïre-Emery;
Atacantes: Maghnes Akliouche, Bradley Barcola, Rayan Cherki, Ousmane Dembélé, Désiré Doué, Jean-Philippe Mateta, Kylian Mbappé, Michael Olise, Marcus Thuram.
A seleção francesa teve um ciclo de transição geracional, marcado por oscilações após o vice-campeonato mundial de 2022.
Sob o comando de Didier Deschamps, os franceses garantiram a classificação para o Mundial, mas o desempenho recente em competições europeias não animou.
Taticamente, há a prioridade de solidez defensiva e as transições ofensivas rápidas.
O treinador vai apostar na imposição física e na juventude, nomes como Tchouaméni e Kanté são peças importantes no meio.
O grande destaque é Kylian Mbappé, que carrega a responsabilidade de conduzir a equipe para mais um título mundial.
Com isso, a França chega à Copa apoiada na consolidação de novos nomes, tendo Saliba como o xerife da defesa.
Além de outros importantes como Bradley Barcola e Warren Zaïre-Emery, Olise e Marcus Thuram.
PORTUGAL
Lista final:
Goleiros: Diogo Costa, José Sá, Rui Silva, Ricardo Velho;
Defensores: Diogo Dalot, Matheus Nunes, Nelson Semedo, João Cancelo,
Nuno Mendes, Gonçalo Inácio, Renato Veiga, Ruben Dias, Tomás Araújo;
Meio-campistas: Ruben Neves, Samu Costa, João Neves, Vitinha, Bruno Fernandes, Bernardo Silva;
Atacantes: João Félix, Francisco Trincão, Francisco Conceição, Pedro Neto, Rafael Leão, Gonçalo Guedes, Gonçalo Ramos, Cristiano Ronaldo.
A seleção de Portugal viveu um ciclo de preparação interessante.
Sob o comando de Roberto Martínez, os portugueses passaram nas Eliminatórias Europeias.
Além disso, mantiveram uma boa consistência nas competições continentais, vencendo, inclusive, a Nations League, contra a Espanha.
O país desembarca com o status definitivo de potência e com uma cobrança interna enorme para que o desempenho seja bom dentro de campo.
Taticamente, Roberto Martínez transformou Portugal em uma equipe muito mais ofensiva, flexível e confortável com a posse de bola do que na era Fernando Santos.
O treinador explora ao máximo a amplitude dos alas e a capacidade de preenchimento de espaço.
O elenco é muito qualificado e ainda tem Cristiano Ronaldo, como figura principal.
Podemos afirmar que o protagonismo técnico hoje está nos pés de Bruno Fernandes e Bernardo Silva, os cérebros do time.
A renovação geracional se consolidou com a afirmação de Vitinha no meio-campo, além de Rafael Leão na frente, e a solidez defensiva de Rúben Dias na zaga.
É uma seleção completa em questão de nomes.
ESPANHA
Lista final:
Goleiros: Unai Simón, David Raya e Joan García;
Defensores: Marc Cucurella, Alex Grimaldo, Pau Cubarsí, Laporte, Pubill, Eric García, Marcos Llorente e Pedro Porro;
Meio-campistas: Pedri, Fabián Ruiz, Zubimendi, Gavi, Rodri, Alex Baena e Mikel Merino;
Atacantes: Oyarzabal, Dani Olmo, Nico Williams, Yeremy Pino, Ferran Torres, Borja Iglesias, Víctor Muñoz e Lamine Yamal;
A atual campeã da Eurocopa chega ao torneio no ápice de sua maturidade coletiva, sendo apontada por modelos estatísticos como a equipe a ser batida.
Muitos acreditam que ela pode despontar muito bem na competição.
O clássico Jogo de Posição espanhol ganhou uma roupagem muito mais letal.
A equipe mantém o controle obsessivo do ritmo e a circulação da bola por dentro no meio-campo.
No entanto, possui uma agressividade vertical devastadora pelos lados.
O time tem o jovem Lamine Yamal nas pontas, que oferece um poder de drible e improviso assustador.
Sendo um dos melhores jogadores do planeta.
Além dele, a Espanha também tem a genialidade técnica e controle de espaço de Pedri e Rodri na articulação no meio.
INGLATERRA
Lista final:
Goleiros: Jordan Pickford, Dean Henderson, James Trafford;
Defensores: Reece James, Ezri Konsa, Jarell Quansah, John Stones, Marc Guehi, Dan Burn, Nico O’Reilly, Djed Spence, Tino Livramento;
Meio-campistas: Declan Rice, Elliot Anderson, Kobbie Mainoo, Jordan Henderson, Morgan Rogers, Jude Bellingham, Eberechi Eze;
Atacantes: Harry Kane, Ivan Toney, Ollie Watkins, Bukayo Saka, Marcus Rashford, Anthony Gordon, Noni Madueke.
A seleção da Inglaterra chega para a Copa do Mundo de 2026 com boas expectativas.
Os comandados de Thomas Tuchel passaram por um período de transição técnica e carimbaram o passaporte para o Mundial.
O país desembarca na América do Norte pressionado por sua torcida e pela imprensa pelo título.
Taticamente, a equipe tenta se desprender do pragmatismo defensivo dos últimos anos para adotar um estilo de jogo mais forte.
A Inglaterra busca explorar a criatividade e a versatilidade de seus meias-atacantes.
O grande desafio tático da comissão técnica tem sido encontrar o equilíbrio defensivo ideal.
O elenco inglês é um dos mais valiosos e qualificados do planeta.
E tem a liderança do capitão e artilheiro Harry Kane.
O verdadeiro motor técnico e criativo da equipe hoje atende pelos nomes de Jude Bellingham e Declan Rice pelo meio.
Nomes como Saka, Madueke e Anthony Gordon podem criar muitas dificuldades para os adversários na competição.
ALEMANHA
Lista final:
Goleiros: Oliver Baumann, Manuel Neuer e Alexander Nubel;
Defensores: Waldemar Anton, Nathaniel Brown, Pascal Grob, Joshua Kimmich, Felix Nmecha, Aleksandar Pavlovic, David Raum, Antonio Rudiger, Nico Schlotterbeck, Angelo Stiller, Jonathan Tah e Malick Thiaw;
Meias e Atacantes: Nadiem Amiri, Maximilian Beier, Leon Goretzka, Kai Havertz, Lennart Karl, Jamie Leweling, Jamal Musiala, Leroy Sané, Deniz Undav, Florian Wirtz e Nick Woltemade.
A seleção alemã tem o objetivo de recuperar o protagonismo mundial.
As últimas duas Copas foram decepcionantes para os alemães.
Sob o comando de Julian Nagelsmann, a equipe vive um ambiente de forte otimismo na reta final de preparação.
O ciclo consolidou uma mentalidade mais competitiva e agressiva da equipe.
Taticamente, o grupo preza pela paciência para circular a bola e atrair as linhas adversárias, mas acelera de forma vertical e letal no último terço do campo.
O grande mérito do treinador foi ajustar a recomposição defensiva, setor que costumava deixar o time exposto a contra-ataques.
A convocação final trouxe como grande impacto o retorno do veterano Manuel Neuer.
O elenco tem como grandes motores técnicos e criativos os jovens Jamal Musiala e Florian Wirtz.
A lista também mescla a solidez defensiva de Antonio Rüdiger e Jonathan Tah com caras novas, como o jovem meio-campista Lennart Karl, do Bayern de Munique.
SELEÇÕES QUE PODEM BRIGAR COM AS TRADICIONAIS
COLÔMBIA
Lista final:
Goleiros: Camilo Vargas, Alvaro Montero e David Ospina;
Defensores: Davinson Sánchez, Jhon Lucumí, Yerry Mina, Daniel Muñoz, Willer Ditta, Santiago Arias, Johan Mojica e Deiver Machado;
Meias: Richard Ríos, Jefferson Lerma, Kevin Castaño, Gustavo Puerta, Jhon Arias, Jorge Carrascal, Juan Portilla, Juan Quintero, James Rodríguez e Jaminton Campaz;
Atacantes: Cucho Hernández, Luis Díaz, Luis Suárez, Andrés Gómez e Jhon Córdoba.
A seleção da Colômbia se apresenta como uma das equipes mais embaladas, coroando um ciclo surpreendente.
Sob o comando do técnico argentino Néstor Lorenzo, os colombianos realizaram uma campanha muito boa nas Eliminatórias, colecionando vitórias imponentes contra gigantes do continente.
Em campo, Lorenzo moldou uma Colômbia extremamente competitiva, intensa e equilibrada.
O time se caracteriza por uma forte imposição física e rigor defensivo, mas o grande trunfo é a velocidade na transição ofensiva.
É uma equipe vertical, que sabe sofrer sem a posse de bola.
O grande símbolo e referência técnica desse ciclo é Luis Díaz, um dos melhores pontas na última temporada.
O elenco ainda tem a presença de James Rodríguez, que se transformou no cérebro da equipe nacional.
O time ainda conta com a segurança de Camilo Vargas no gol e também da solidez defensiva de Jhon Lucumí.
Além, claro, do vigor de Richard Ríos e Jhon Arias ditando o ritmo do grupo.
MARROCOS
Lista final:
Goleiros: Yassine Bounou, Munir El Kajoui e Ahmed Reda Tagnaouti;
Defensores: Achraf Hakimi, Noussair Mazraoui, Anass Salah-Eddine, Youssef Belammari, Nayef Aguerd, Issa Diop, Chadi Riad, Redouane Halhal e Zakaria El Ouahdi;
Meio-campistas: Azzedine Ounahi, Neil El Aynaoui, Sofyan Amrabat, Ayoub Bouaddi, Samir El Mourabet, Bilal El Khannouss e Ismaël Saibari;
Atacantes: Brahim Díaz, Abdessamad Ezzalzouli, Yassine Bessime, Chemsdine Talbi, Soufiane Rahimi, Ayoub El Kaabi e Ayoubе Amahount.
A seleção de Marrocos chega para a Copa do Mundo com a responsabilidade de provar que a campanha histórica de 2022 não foi um ponto fora da curva.
Sob o comando de Mohamed Ouahbi, que assumiu há pouco tempo depois da saída de Walid Regragui, a seleção marroquina pode surpreender novamente.
Marrocos ainda tenta ser um time letal em transições rápidas e extremamente organizada defensivamente.
No entanto, a preparação para 2026 trouxe maior capacidade de retenção de posse e criatividade para furar blocos fechados.
Há muita exploração do apoio e a amplitude de seus laterais.
O grande destaque do elenco é Achraf Hakimi, do PSG.
Não podemos esquecer do talento de Brahim Díaz, do Real Madrid, na frente.
A espinha dorsal se mantém forte com a liderança de Sofyan Amrabat no meio-campo e a segurança de Yassine Bounou no gol.
JAPÃO
Lista final:
Goleiros: Zion Suzuki, Tomoki Hayakawa e Keisuke Osako;
Defensores: Yuto Nagatomo, Shogo Taniguchi, Ko Itakura, Tsuyoshi Watanabe, Takehiro Tomiyasu, Hiroki Ito, Ayumu Seko, Yukinari Sugawara e Junnoske Suzuki;
Meio-campistas: Wataru Endo, Junya Ito, Daichi Kamada, Ritsu Doan, Ao Tanaka, Keito Nakamura, Kaishu Sano e Takefusa Kubo;
Atacantes: Koki Ogawa, Daizen Maeda, Ayase Ueda, Yuito Suzuki, Kento Shoigai e Keisuke Goto.
A seleção do Japão chega para a Copa consolidada como a grande potência do futebol asiático.
Sob a continuidade do trabalho de Hajime Moriyasu, os Samurais Azuis passaram nas Eliminatórias da Ásia, vencendo jogos e demonstrando uma regularidade impressionante.
O país vem sem o complexo de inferioridade do passado, respaldado por vitórias maiúsculas contra gigantes europeus no último ciclo.
No estilo de jogo, Moriyasu aprimorou o modelo que tornou o Japão uma equipe extremamente perigosa.
O time é caracterizado por uma coordenação defensiva impecável e gatilhos de pressão sufocantes na frente.
O elenco atual é liderado pelo talentoso e criativo Takefusa Kubo.
A espinha da equipe esbanja solidez com Wataru Endo ditando a intensidade no meio-campo.
Enquanto que a linha defensiva tem imponência com a união de jovens e jogadores experientes.
É um grupo veloz e tecnicamente refinado.
BÉLGICA
Lista final:
Goleiros: Thibaut Courtois, Senne Lammens e Mike Penders;
Defensores : Timothy Castagne, Zeno Debast, Maxim De Cuyper, Koni De Winter, Brandon Mechele, Thomas Meunier, Nathan Ngoy, Joaquin Seys e Arthur Theate;
Meio-campistas: Kevin De Bruyne, Amadou Onana, Nicolas Raskin, Youri Tielemans, Hans Vanaken e Axel Witsel;
Atacantes: Charles De Ketelaere, Jeremy Doku, Matias Fernandez-Pardo, Romelu Lukaku, Dodi Lukebakio, Diego Moreira, Alexis Saelemaekers e Leandro Trossard.
A seleção belga vem em uma atmosfera ainda marcada pela “Geração de Ouro”.
Sob o comando do técnico Rudi Garcia, os Diabos Vermelhos garantiram a vaga no Mundial nas Eliminatórias Europeias.
A equipe chega sem o peso das outras, mas ainda tem nomes que podem decidir.
A Bélgica de 2026 é um time que tem bons nomes individuais que podem dar força para a equipe.
No entanto, o grande desafio tático da comissão técnica ao longo do ciclo tem sido encontrar o equilíbrio defensivo, setor que se mostrou vulnerável contra equipes de elite europeia.
O elenco tem Kevin De Bruyne, que não possui o mesmo prestígio de antes, mas que ainda é muito importante.
O verdadeiro motor e a face dessa nova Bélgica atendem pelo nome de Jérémy Doku, que traz velocidade e o poder de fogo necessários.
A renovação se consolidou com a afirmação de Amadou Onana como o pilar de sustentação física no meio-campo.
Nomes como Lukaku e Courtois ainda podem brilhar para os belgas.
CROÁCIA
Lista final:
Goleiros: Dominik Livakovic, Dominik Kotarski e Ivor Pandur;
Defensores: Josko Gvardiol, Duje Caleta-Car, Josip Sutalo, Josip Stanisic, Marin Pongracic, Martin Erlic e Luka Vuskovic;
Meio-campistas: Luka Modric, Mateo Kovacic, Mario Pasalic, Nikola Vlasic, Luka Sucic, Martin Baturina, Kristijan Jakic, Petar Sucic, Nikola Moro e Toni Fruk;
Atacantes: Ivan Perisic, Andrej Kramaric, Ante Budimir, Marco Pasalic, Peter Musa e Igor Matanovic.
A seleção da Croácia chega com uma base envelhecida em relação aos últimos ciclos.
Os comandados de Zlatko Dalić garantiram a vaga no Mundial mostrando a resiliência de sempre nas Eliminatórias Europeias.
A equipe desembarca na competição com status respeitável de atual vice e terceira colocada, em 18 e 22.
Ela ainda quer provar que o espírito competitivo do país ultrapassa o coletivo das favoritas.
Na forma de jogo, Dalić mantém a premissa de controlar o ritmo das partidas através da posse de bola e da inteligência posicional.
A Croácia é um time que raramente se desespera em campo, sabendo cadenciar o jogo quando necessário e acelerar através de triangulações pelos lados.
No entanto, o grande desafio tático do ciclo tem sido aumentar o poder de fogo no ataque e rejuvenescer a intensidade física.
O elenco ainda gravita em torno de Luka Modrić, com sua genialidade e liderança.
Contudo, o pilar técnico também está centralizado em Mateo Kovačić no meio-campo.
Importante falar sobre a solidez de Joško Gvardiol, um dos melhores zagueiros do mundo.

