A Última Dança: Da Redenção no Maracanã aos 200 Jogos, Lionel Messi Estreia na Copa de 2026 podendo quebrar recorde histórico

Relembre os pontos de virada de Lionel Messi com a camisa da Seleção Argentina

O título da Copa América em 2021 foi o ponto de partida inicial

A consolidação da boa fase com a conquista da Finalíssima, em 2022

A marca histórica do título mundial contra a França

Estreia e o peso da sexta Copa do Mundo com a camisa da Argentina

Início e a Copa América de 2021

Título: Lionel beijando a taça da Copa América de 2021

Lionel Messi foi o rosto do último título mundial da Argentina, em 2022.

Naquele ano, o ídolo argentino deixou sua marca na história.

Tornando-se uma verdadeira lenda para os fãs de futebol de todo o mundo.

Quatro anos depois, o camisa 10 fará sua 200ª partida com a camisa da seleção.

Esse número veio justamente na estreia da Albiceleste na Copa.

Às 22h, contra a Argélia, Messi quebrará mais um recorde na carreira.

A mística que envolve Lionel Messi e a Seleção Argentina passou por uma transformação profunda.

Tornando um fardo histórico em uma simbiose de pura leveza e liderança.

Foram quatro títulos perdidos antes da mudança de chave.

Foram três Copas Américas e uma Copa, em 2014.

O ponto de partida da evidente nova fase de Lionel deu-se na noite em que a Argentina rompeu o jejum de 28 anos sem títulos ao erguer a Copa América de 2021, em pleno Maracanã.

Aquela conquista converteu as antigas lágrimas de frustração em um escudo de confiança.

Destruindo a pressão que antes sufocava o gênio e inaugurando uma nova mentalidade.

O capitão estava visivelmente mais leve, sorridente e centralizado no papel de tutor de uma nova e faminta geração.

A Finalíssima de 2022

Título: Messi comemorando título da Finalíssima

Essa consolidação ganhou desenhos de soberania em meados de 2022.

Na disputa da Finalíssima contra a Itália, em Wembley.

Naquela ocasião, a vitória categórica por 3 a 0 não apenas faturou mais uma taça intercontinental para a galeria do craque, mas chancelou o padrão de jogo coletivo estabelecido por Lionel Scaloni.

A figura de outros jogadores em campo passou a orbitar de maneira inteligente ao redor de Messi.

Nomes como Rodrigo De Paul, Paredes, e outros, assumiram os papéis de operários incansáveis na marcação.

Dessa forma, permitindo que o craque economizasse fôlego e desfilasse sua genialidade nos metros finais, ciente de que a equipe sustentaria a engrenagem defensiva.

Copa do Mundo de 2022

Título: Lionel Messi na Copa de 2022

O ápice desses momentos de glórias ocorreu no final daquele mesmo ano, na Copa do Mundo do Catar.

Messi desfrutou do torneio não com o desespero de quem precisava provar algo ao mundo, mas com a autoridade de quem sabia exatamente como ditar o ritmo dos jogos e da equipe.

Lionel performou partidas incríveis e mostrou uma liderança que poucos são capazes de reproduzir.

Além de ser o maior rosto daquele time, ele era respeitado por seus companheiros e adversários.

Seu desempenho será lembrado para sempre como uma das maiores em Copas do Mundo.

O título mundial de 2022 eternizou sua figura ao lado de Diego Maradona, mas o ciclo subsequente provou que o apetite do astro não havia se saciado com a glória máxima.

Messi manteve-se competitivo, liderou a Argentina no topo das Eliminatórias e consolidou sua rotina em solo estadunidense defendendo o Inter Miami.

Não podemos esquecer do título da Copa América de 2024, contra a Colômbia.

O 10 pode não ter sido muito participativo como costumamos ver, mas sua presença, com certeza, impulsionou seus companheiros de seleção.

Copa de 2026 e a última dança do ídolo

Título: Messi comemorando gol com a camisa da Argentina

Hoje, ao pisar no gramado do Kansas City Stadium para enfrentar a Argélia, Lionel Messi alcança oficialmente a sua sexta e definitiva Copa do Mundo.

O peso das cobranças do passado deu lugar a uma merecida despedida.

A Argentina entra como uma das favoritas, Messi provavelmente não terá o mesmo protagonismo, mesmo assim, nenhuma adversária pode subestimar o peso de um dos maiores nomes da história do esporte.

Ele começa sua última dança guiado não mais pela obsessão de conquistar o mundo, mas pelo simples direito de pertencer a ele.

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