Aliança FLA-FLU Recusa pedido do Vasco por Maracanã e Caso Vira Assunto Até para Deputada Carioca!

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O Vasco recebeu uma nova negativa para mandar no Maracanã a partida contra o Boca Juniors, pela semifinal da Copa Sul-Americana.

O Consórcio Maracanã recusou o pedido formal do clube para utilizar o estádio no dia 20 de outubro.

Com a decisão, a diretoria vascaína agora precisa encontrar uma solução para definir o palco do confronto no Rio de Janeiro.

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A recusa, porém, não é novidade para o Vasco.

O pedido foi negado pela terceira vez neste ano.

Antes do duelo com o Boca, o clube também tentou levar ao Maracanã os jogos contra Vitória e Palmeiras, pela Copa do Brasil.

Em todas as ocasiões, o consórcio apontou a quantidade de partidas e o desgaste do gramado como motivos para não liberar o estádio.

nova personagem

Título: Dani Monteiro, atual Deputada Estadual no Rio

Só que a discussão ganhou um novo personagem.

A deputada estadual Dani Monteiro enviou ofícios ao Consórcio Maracanã e à Casa Civil do Estado pedindo a revisão da decisão.

E além disso, solicitando acesso aos laudos do gramado e aos critérios utilizados para autorizar partidas e eventos no estádio.

A informação foi publicada pela Veja Rio.

A movimentação aumenta a pressão sobre a administração do Maracanã.

Segundo a deputada, o estádio é um equipamento público e os critérios utilizados para liberar ou negar eventos precisam ser esclarecidos.

O consórcio, por sua vez, afirma que o desgaste do campo, a sequência de partidas e as condições climáticas dificultam a realização do confronto entre Vasco e Boca.

movimentação dos vascaínos

Título: torcedores do Vasco fazem campanha contra administração do Maracanã

E a situação ficou ainda mais movimentada fora dos gabinetes.

No último fim de semana, o movimento Vasco no Maraca colocou cartazes nos arredores do estádio, às vésperas da partida da NFL.

Uma das mensagens questionava a presença de diferentes eventos no calendário do Maracanã e a negativa ao Vasco.

Enquanto a discussão cresce, a diretoria vascaína também avalia recorrer à Justiça.

O presidente Pedrinho entende que o clube está sendo impedido de utilizar o estádio e já demonstrou insatisfação com as recusas.

O Vasco afirma ter um acordo para utilizar o Maracanã, o que aumenta o incômodo da direção com o cenário atual.

utilização de são januário

Título: elenco do Vasco em jogo da Sula neste ano

Mas existe outro caminho. Parte da diretoria defende concentrar os esforços na tentativa de levar a semifinal para São Januário.

O problema é que o estádio atualmente não atende à exigência de capacidade da Conmebol.

Para as semifinais da Sul-Americana, a entidade exige arenas com pelo menos 30 mil lugares.

É justamente nesse ponto que Pedrinho tenta avançar.

O presidente já afirmou que pretende negociar uma flexibilização com a Conmebol e aumentar o espaço destinado aos torcedores do Boca Juniors em São Januário.

A definição, porém, não pode esperar muito.

A Conmebol quer saber o palco da partida até o início de outubro.

Pelo regulamento, o estádio precisa estar definido com pelo menos dez dias de antecedência.

O primeiro jogo da semifinal será disputado na Bombonera, no dia 13 de outubro.

Uma semana depois, Vasco e Boca Juniors decidem no Rio de Janeiro quem avança à final da Sul-Americana.

Agora, antes mesmo de a bola rolar, o confronto já ganhou uma disputa paralela envolvendo Maracanã, São Januário, Conmebol e até o poder público.

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